<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><link>https://www.tozzofazenda.com.br/Novidades</link><title>Novidades | Fazenda e Agropecuária Tozzo</title><image><![CDATA[<url>https://t6.al/jZZW.svg</url>]]></image><description>Confira as últimas matérias publicadas.</description><language>pt-BR</language><item><title>IBGE: safra 2014 será de 192,5 milhões de toneladas</title><link>https://www.tozzofazenda.com.br/Novidades/Geral/IBGE:_safra_2014_será_de_192,5_milhões_de_toneladas</link><description><![CDATA[<br/>O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de junho projeta uma safra de 192,5 milhões de toneladas em 2014, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se confirmada, a safra será 2,3% superior à do ano passado, quando foi de 188,2 milhões de toneladas. O montante ainda é 0,1% maior do que o previsto no levantamento de maio.<br/><br/>O País deve colher uma área de 56,3 milhões de hectares em 2014, um aumento de 6,6% em relação ao ano passado, quando teve 52,9 milhões de hectares colhidos, segundo LSPA de junho. O montante é 0,2% maior do que o previsto em maio.<br/>O arroz, o milho e a soja - que representaram 91,0% da estimativa da produção - respondem por 85,1% da área a ser colhida. Em relação a 2013, a área de arroz aumentou 0,3%, a de soja teve expansão de 8,6%, e a de milho ficou estável.<br/>Em relação à produção, a safra de arroz será 4,3% maior do que a do ano passado, enquanto a de soja deve aumentar 6,0%. Já o milho deve mostrar redução de 5,3% na produção este ano.]]></description><category>Geral</category><pubDate>Mon, 14 Jul 2014 08:02:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1mn1.avif"></enclosure></item><item><title>Produção de gado e biocombustível vai aumentar na próxima década</title><link>https://www.tozzofazenda.com.br/Novidades/Geral/Produção_de_gado_e_biocombustível_vai_aumentar_na_próxima_década</link><description><![CDATA[<br/>Relatório de duas organizações internacionais, divulgado nesta sexta (11), mostra que a produção de gado e de biocombustível vai aumentar, relativamente à produção de cereais, na próxima década em todo o mundo.<br/>No documento Perspectivas Agrícolas 2014-2023, da Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Econômica (OCDE) e do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a alteração do padrão na alimentação humana e a procura crescente de biocombustível vão levar à menor produção de cereais primários, como o trigo e o arroz.<br/>A atividade agrícola deverá voltar-se para a produção de cereais secundários, como aveia, milho, cevada e sorgo, e plantas oleoginosas, como soja e colza, para responder ao aumento da procura para alimentação e combustível.<br/>Apesar de os cereais continuarem a ser dominantes na dieta humana, o aumento do rendimento per capita, a urbanização e a alteração dos hábitos alimentares contribuem para uma mudança para dietas mais ricas em proteínas, gorduras e açúcares.<br/>Assim, "os preços dos cereais deverão baixar durante um ou dois anos, e depois se estabilizar em níveis superiores ao do período anterior a 2008". Em contrapartida, os preços da carne, dos laticínios e do peixe vão aumentar, mas em termos reais e a médio prazo, os preços dos cereais e produtos animais vão sofrer uma desaceleração, indica o relatório.<br/>A produção mundial de peixe vai beneficiar os países em desenvolvimento. Os elevados custos, em um contexto de procura estável, vão manter o preço do peixe acima da média histórica, impedindo um aumento do consumo do produto na próxima década.O aumento da produção vai ser garantido sobretudo pelos países em desenvolvimento na Ásia e América Latina. O Continente Americano "vai reforçar a posição como região exportadora, tanto em valor quanto em volume, enquanto a África e a Ásia deverão aumentar as importações para responder à procura".<br/>A aplicação de reformas - como a da Política Agrícola Comum (PAC) da União Europeia (UE) em 2013 e a Lei Agrícola nos Estados Unidos - permitiram melhor adaptação dos mercados às exigências da procura e da oferta, de acordo com o relatório.<br/>No levantamento, a FAO e a OCDE centraram a atenção na Índia, "o segundo país mais povoado do mundo, com o maior número de agricultores e de pessoas sem segurança alimentar".<br/>O documento destaca que a nova Lei de Segurança Alimentar indiana é a iniciativa mais importante para o direito à alimentação aprovada até o momento no país. A legislação beneficia mais de 800 milhões de pessoas com cotas subsidiadas de cereais.<br/>A produção agrícola indiana registrou forte crescimento anual na última década devido aos subsídios concedidos para o uso de fertilizantes, pesticidas, sementes, água e luz.<br/>O relatório prevê que a Índia deve se transformar no primeiro produtor mundial de leite, ultrapassando a UE, especialmente na produção de leite em pó desnatado.]]></description><category>Geral</category><pubDate>Mon, 14 Jul 2014 08:01:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1mur.avif"></enclosure></item><item><title>Criação de carreira de fiscal agropecuário é discutida em audiência na Assembleia</title><link>https://www.tozzofazenda.com.br/Novidades/Geral/Criação_de_carreira_de_fiscal_agropecuário_é_discutida_em_audiência_na_Assembleia</link><description><![CDATA[A reivindicação de engenheiros agrônomos e médicos veterinários da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina) para a criação da carreira de fiscal agropecuário motivou, esta semana, a realização de audiência pública na Assembleia Legislativa, na Comissão de Agricultura, que é presidida pelo deputado Moacir Sopelsa (PMDB). A reunião encaminhou a criação de uma comissão representativa para estudar a melhor solução para o impasse, com participações dos servidores, de representação do governo e dos parlamentares, na busca de uma solução para o impasse. "Não podemos ter vencedor ou perdedor. Temos de buscar o melhor para o Estado”, resumiu Sopelsa.<br/><br/>Os manifestantes lotaram o Plenarinho da Assembleia Legislativana noite de terça-feira (29). Os profissionais alegam que atuam na fiscalização sanitária pela Cidasc em desvio de função. Do outro, o governo diz que é inconstitucional a criação do cargo de fiscal agropecuário e a alocação dos profissionais já concursados. A não participação do presidente da Cidasc, Enory Barbieri foi criticada pelos parlamentares presentes.<br/><br/>Segurança jurídica - A representante da Cidasc, advogada Priscila Ferrari disse que a empresa não tem segurança jurídica para criar o cargo e alocar na função os funcionários já concursados. Porém, afirmou que a criação do cargo de fiscal agropecuário é estudada para inclusão em novos concursos.<br/><br/>Vários funcionários da Companhia usaram o espaço para criticar a postura do governo, alegando que em várias instâncias e órgãos públicos, a mudança de cargos é comum e obedece a decretos ou emendas constitucionais. O presidente da Associação dos Fiscais Agropecuários de Santa Catarina (Afiasc), Luiz Claudio Todeschini, disse que os colegas estão em desvio de função.<br/><br/>"A Cidasc está analisando a lei apenas em seu favor e não em favor dos funcionários que prestam um grande serviço à segurança sanitária e à economia do estado”, acusou Todeschini. De acordo com informações apresentadas na audiência pública, o estado tem 359 profissionais atuando como fiscais agropecuários. Santa Catarina e outros seis estados não têm o cargo na estrutura de pessoal dos órgãos de agricultura.<br/><br/>O secretário adjunto da Agricultura e Pesca de SC, Airton Spies, disse que a questão deve ser tratada dentro do contexto técnico jurídico e político. "O governo entende que é possível continuar com o modelo de trabalho sanitário no estado sem a criação deste cargo”, afirmou Spies, que acredita na busca do consenso para o impasse.<br/><br/>Status sanitário - Santa Catarina é o único estado brasileiro livre da febre aftosa sem vacinação, condição, alcançada em 2007, que faz com que a produção catarinense seja aceita nos mais exigentes mercados internacionais.<br/><br/>O setor agropecuário catarinense concentra mais de 3,2 mil indústrias, que reúnem pouco mais de 100 mil trabalhadores, respondendo por 17,4% do valor de transformação industrial do estado. O PIB catarinense é o sétimo maior do país, girando em torno de R$ 160 bilhões, sendo que 49% têm ligação direta ou indireta com as agroindústrias.<br/><br/>Para o deputado Sopelsa, a solução do impasse é uma necessidade diante da importância do agronegócio para Santa Catarina: "É preciso destacar a importância do status sanitário alcançado, que é fundamental para toda a cadeia produtiva. E quando falamos da importância da fiscalização sanitária, do trabalho técnico de orientação, que é fundamental, também não podemos deixar de lembrar que o nosso produtor fez o dever de casa, com muito sacrifício, e também precisa ser valorizado, tanto pelo segmento industrial como pela administração pública”.<br/><br/><i>Fotos: Divulgação / Alesc</i><br/>]]></description><category>Geral</category><pubDate>Sat, 23 Nov 2013 10:55:21 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1lOK.avif"></enclosure></item><item><title>Secretaria da Agricultura e da Pesca promove missão técnica à Itália e Espanha</title><link>https://www.tozzofazenda.com.br/Novidades/Geral/Secretaria_da_Agricultura_e_da_Pesca_promove_missão_técnica_à_Itália_e_Espanha</link><description><![CDATA[Com o objetivo de conhecer a certificação da qualidade dos produtos da agricultura familiar praticada na Itália e Espanha, proporcionando maior valorização e agregação de valor aos produtores, o secretário da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, coordenará missão técnica entre os dias 23 e 29 deste mês. Serão analisadas as possibilidades de cooperação técnica entre a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca com instituições do setor dos dois países.<br/><br/>No nordeste da Itália, região do Veneto, serão visitadas iniciativas da agricultura familiar, com produtos de origem controlada, indicação geográfica, entre outras certificações oficiais, com o foco na produção de embutidos, queijos e vinhos. Outras iniciativas dessa natureza serão conhecidas na Província da Galícia, Espanha, em instituições governamentais e privadas com atuação na certificação de produtos alimentares da agricultura familiar, como a Indicação Geográfica Protegida.<br/><br/>Segundo o secretário João Rodrigues, a Itália e a Espanha possuem juntamente com a França as melhores certificações da qualidade dos produtos agropecuários do mundo, conferindo-lhes credibilidade, valorização e diferenciação da produção da agricultura familiar, em função das características de seu local de origem. Em Santa Catarina, iniciativa desta natureza aconteceu em 2002 com a publicação da Lei Estadual nº 12.117 e Decreto nº 4.323 dispondo sobre a Certificação de Qualidade, Origem e Identificação de Produtos Agrícolas e de Alimentos. Porém, não houve incremento das ações para implantação dos selos de certificação de qualidade e origem, atestando que o produto possui um conjunto distinto de qualidades e caraterísticas específicas que os distingue dos produtos similares, em especial no que se refere às condições de produção.<br/><br/>As indicações geográficas são instrumentos que identificam um produto como originário de um determinado país ou região, onde a reputação do produto é atribuída às suas raízes geográficas relacionadas a características da matéria-prima e às condições particulares de produção. Em Santa Catarina a única Indicação Geográfica de Procedência pertence à Uva Goethe, em Urussanga, com o selo dos Vales da Uva Goethe, mas, existem outras possibilidades a exemplo da Queijo Serrano, de salames e outros embutidos, de queijos tradicionais, de espumantes, entre outros produtos.<br/><br/>No Brasil, existem 35 selos de qualidade de produtos com Indicação Geográfica na área de alimentos e bebidas. A Itália possui 755 registros do gênero. O Vale dos Vinhedos no Rio Grande do Sul, com registro de vinhos tintos, brancos e espumantes, assim como o Queijo Canastra em Minas Gerais representam dois exemplos, que se assemelham ao Queijo Roquefort e dos Vinhos de Bordeux, além da Champanhe na França.<br/><br/>Participam da viagem, o secretário João Rodrigues, o presidente da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina), Enori Barbieri, o diretor de Qualidade e Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Roni Barbosa, o diretor de Projetos Especiais do programa SC Rural, Ely Rebelato, e o assessor de Comunicação da Secretaria da Agricultura, Ney Bueno.<br/>]]></description><category>Geral</category><pubDate>Sat, 23 Nov 2013 10:52:09 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1nQD.avif"></enclosure></item><item><title>Agropecuária da Região Sul reage e cresce quase 20% em 2013</title><link>https://www.tozzofazenda.com.br/Novidades/Geral/Agropecuária_da_Região_Sul_reage_e_cresce_quase_20％_em_2013</link><description><![CDATA[<i>Depois de ser castigada pela seca no ano passado, PIB agropecuário dos estados sulistas apresenta forte recuperação e ajuda a segurar a economia do País</i><br/>SÃO PAULO - A riqueza gerada pela agricultura e pela pecuária da Região Sul vai dar um salto neste ano e, ao lado do desempenho do Centro-Oeste, deve sustentar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do País.<br/><br/>A perspectiva é que o PIB agropecuário da Região Sul cresça este ano 19,4%, após retração de 8,7% em 2012, segundo estudo feito pela Tendências Consultoria Integrada.<br/><br/>"O PIB agropecuário deverá mostrar forte alta em 2013 por causa, principalmente, da retomada da agropecuária da Região Sul, que foi bastante castigada pela seca em 2012", afirma a economista Camila Saito, responsável pelas projeções.<br/><br/>Para o ano, a expectativa da consultoria é que o PIB agropecuário do País como um todo cresça 10,5%, depois da queda de 2,3% em 2012, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br/><br/>A economista pondera, no entanto, que depois da Região Sul, a Região Centro-Oeste deverá ser responsável pela segunda maior taxa de crescimento do PIB agropecuário este ano, com 13,3% de alta ante 2012.<br/><br/>Ao contrário da Região Centro-Oeste, que é uma área de fronteira agrícola, o Sul se caracteriza por ser consolidado. "O agronegócio na Região Sul tem uma expansão vertical", afirma o consultor da Safras &amp; Mercados, Paulo Molinari.<br/><br/>Como as áreas de produção já estão todas ocupadas, a importância da região se dá pelo aumento da produtividade do agronegócio como um todo, envolvendo não só os produtos primários, como grãos e carnes, mas outros estágios de processamento desses itens.<br/><br/>Molinari destaca, por exemplo, que 55% da produção de frango do País está na Região Sul. "O Sul reúne 60% da agroindústria brasileira em número de empresas", lembra o consultor.<br/><br/>Isso faz da região campeã em agregação de valor nos produtos primários, apesar de perder para o Centro-Oeste em volumes de produção de algumas lavouras brutas, como a soja, por exemplo.<br/><br/>Estrela. O Estado tido como a estrela do agronegócio no Sul é o Paraná, afirma Molinari. O Paraná é não apenas o maior produtor de carne de frango, com 26% do volume nacional, mas também o maior produtor e consumidor de milho.<br/><br/>O Paraná também é o segundo maior produtor de soja, que é usada como ração na pecuária, na avicultura e na suinocultura.<br/><br/>Além disso, reúne, segundo Molinari, o maior número de cooperativas ligadas ao agronegócio.<br/>"O maior porto de exportação de produtos do agronegócio também está lá: o Porto de Paranaguá", diz o consultor.<br/><br/>Já o Estado de Santa Catarina se destaca pelas especificidades, observa Molinari. Apesar de ser um Estado de pequenas dimensões, é o único livre de febre aftosa sem vacinação.<br/><br/>Isso significa que a carne bovina produzida em Santa Catarina pode ser exportada para os Estados Unidos e o Japão, sem restrições. E esses são os mercados consumidores que melhor remuneram o produto.<br/><br/>"Essa é uma evolução que coloca o Estado um pouco à frente no agronegócio, apesar de a maior parte do rebanho bovino nacional estar concentrada no Mato Grosso", afirma Molinari.<br/><br/>No caso do Rio Grande do Su, mesmo tendo uma agroindústria muito próxima da do Paraná, em termos de volumes, do ponto de vista de valor da produção o Estado fica aquém do Paraná, diz o consultor.<br/><br/>"Muitas indústrias saíram do Rio Grande do Sul e foram para outros Estados", observa. Isso reduziu a agregação de valor aos produtos agropecuários.<br/><br/>Participação. Do ponto de vista apenas da produção dentro da fazenda, a Região Sul responde por 25% de toda a riqueza gerada no campo, aponta o estudo da consultoria Tendências.<br/><br/>Trata-se da segunda maior fatia do PIB agropecuário do País. A liderança do ranking das regiões com maior participação na produção bruta agrícola e pecuária fica com o Sudeste.<br/><br/>Nessa lista das regiões, no terceiro lugar estão empatadas as regiões Centro-Oeste a Nordeste, cada uma delas com 17% de participação no PIB agropecuário. E a região "lanterninha" desse ranking é a Norte, com participação de 10%.<br/>]]></description><category>Geral</category><pubDate>Sat, 23 Nov 2013 10:49:02 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1nQv.avif"></enclosure></item></channel></rss>